A MORTE NAS RUAS: Suprima a Causa, Cessa o Efeito

São Paulo - Pessoas em situação de rua na Praça da Sé, região central.(Rovena Rosa/Agência Brasil)

Pessoas em situação de rua na Praça da Sé, região central. (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Segundo o noticiário, de março/16 pra cá, morreram noventa e oito pessoas em situação de rua. Cinco direto do relento por hipotermia (frio), pneumonia, infarto, etc. As demais por causas agravadas pelas condições duras da rua. De acordo com informes da saúde, no verão também morrem pessoas em situação de rua de causas como: desidratação, insolação e outras doenças causadas pela vida exposta a céu aberto. Continuar lendo

Por um mundo de igualdade social

13339563_1803310916566195_7615166641816029530_nNo domingo 29/5, tive o privilégio de participar da Parada do Orgulho LGBT. Lá participei do grupo organizado pelo companheiro Gil. Este é um evento extraordinário, de imensa diversidade, muita alegria e fraternidade – tudo que a humanidade precisa.

Senti que ali se encaixa perfeitamente a grande formulação de Rosa Luxemburgo: “Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”.

Lições do carnaval

Bloco Urubó na Freguesia Foto: Renato Nascimento

Bloco Urubó na Freguesia Foto: Renato Nascimento

O carnaval 2016 foi uma grande festa em todo Brasil. As agremiações carnavalescas, blocos de rua e outros modos de diversão revelaram que o povo deve se organizar e tomar conta do próprio destino. Essa alegria contrasta com o ambiente de conflito criado pelos conservadores e parasitas sociais coordenados pela mídia predominante que fracassaram em parte na copa de 2014.

O povo foi pra rua e acompanhou a competição com muito entusiasmo. Entretanto, aquele ambiente nocivo criado pela mídia predominante, destruiu a nossa seleção. Agora estão tentando apagar o brilho das olimpíadas. Continuar lendo

Superlucros e a crise

A situação econômica e a política do Brasil continua incerta em 2016. Entender este quadro é uma questão desafiadora. Mas necessária para nossa caminhada.

Nos últimos anos os grupos econômicos nacionais articulados com as empresas globais destilam ataques impiedosos contra os governos do PT e em especial contra a presidenta Dilma. Quais as razões das agressões? A questão do pré-sal, da valorização do salário mínimo, do Bolsa Família, da política de energia, dos juros em patamar mais baixo, embora alto? Deve ter esses ingredientes, mas parece que o buraco é mais embaixo. Continuar lendo

O início da militância

Em 13 de dezembro, completou 47 anos do Ato Institucional Nº 5 decretado em 1968. Foi o aprofundamento da ditadura militar implantada no golpe político de 1964. Naquela  época também tinha políticos, jornalistas e manifestações de rua contra o governo legalmente  constituído. O ato Nº 5 implantou a censura, fechou o congresso, suspendeu eleições, fechou sindicatos, caçou e organizou a matança os opositores.  Mas, a ação principal foi reduzir o valor dos salários a pó e jogar os trabalhadores na maior miséria social que hoje existe no Brasil.

Pois bem,  considero o início da minha militância no dia 15/12/1968. Participava de um grupo de Jovens da Igreja Católica e organizamos um protesto contra aquela medida insana dos usurpadores do poder.  Foi assim que tudo começou.

A Luta é sempre.

Confira o texto: 50 anos de Ditadura Militar.